Sítio oficial de informação dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada

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Qualidade da Água

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Resultados da Qualidade da Água 1º Trimestre de 2024

RESULTADOS GERAIS DO CONCELHO DE ALMADA

Durante os meses de janeiro, fevereiro e março de 2024, foram realizadas 1053 análises na água para consumo humano (torneira do consumidor), 1517 análises na água destinada à produção de água para consumo humano (furos de captação) e ainda 1213 análises de controlo operacional de produção (reservatórios e estações elevatórias). Os resultados analíticos apresentados demonstram que a água distribuída no concelho de Almada está em conformidade com as normas de qualidade estabelecidas no Decreto-Lei n.º 69/2023, de 21 de agosto.

Durante este trimestre não ocorreram incumprimentos nas análises à água para consumo humano.

O Programa de Controlo da Qualidade da Água 2024 dos SMAS foi apresentado e aprovado pela Entidade Reguladora de Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), com base no disposto na legislação indicada, que incide sobre o sistema de distribuição do concelho de Almada, com colheitas regulares em 717 pontos estratégicos do sistema de abastecimento de água. Todas as determinações são realizadas no cumprimento das disposições constantes na lei, nomeadamente no que se refere a parâmetros, frequência de amostragem e métodos analíticos.

PONTOS DE AMOSTRAGEM/COLHEITA

32 furos de captação de água subterrâneas
6 estações elevatórias com cloragem
11 reservatórios
717 pontos estratégicos do sistema de abastecimento de água na torneira do consumidor

ANÁLISES REALIZADAS

1053 para consumo humano
1517 destinada à produção de água para consumo humano
1213 controlo operacional de produção

Clique na sua zona de abastecimento (ZA) para consultar os resultados referentes a janeiro, fevereiro e março de 2024.

ZA 1 - Almada, Pragal, Cacilhas, Cova da Piedade
ZA 2 - Laranjeiro, Cova da Piedade
ZA 3 - Feijó
ZA 4 - Costa de Caparica, Sobreda, Trafaria, Caparica
ZA 5 - Charneca, Costa de Caparica

Mapa do concelho de Almada por Zonas de Abastecimento (ZA)
 

Edital do 1º Trimestre de 2024

controlo, laboratório e PSA
Outras informações sobre a Qualidade da Água


Os SMAS zelam pela garantia da qualidade da água distribuída para consumo humano no concelho de Almada. Concretizam, nesse sentido, uma política de monitorização e controlo da qualidade em todo o sistema municipal de abastecimento, assegurando o cumprimento integral das exigências legais e as mais adequadas práticas técnicas.

Elaboram e implementam um Programa de Controlo da Qualidade da Água (PCQA), que incide sobre todo o sistema de distribuição do concelho de Almada, nomeadamente - furos de captação, estações elevatórias de água, reservatórios e pontos estratégicos de abastecimento (torneiras de consumidores), com a realização das análises da água em laboratórios acreditados pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC).

O PCQA é submetido anualmente para aprovação à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), Autoridade Competente para a qualidade da água destinada ao consumo humano .

Em simultâneo, os SMAS efetuam um Controlo Operacional, dispondo de um laboratório de água de consumo próprio e de uma equipa de técnicos qualificados.

Todo o controlo de qualidade da água é realizado em cumprimento das disposições constantes na Lei, nomeadamente no que se refere a parâmetros, frequência, periodicidade e métodos analíticos, sendo asseguradas as determinações respeitantes às análises:

  • Obrigatórias de água tratada destinada ao consumo humano, cumprindo as exigências do Decreto-Lei nº306/2007, de 27 de agosto, alterado pelo Decreto-Lei nº 152/2017, de 7 de dezembro, constantes do PCQA aprovado pela ERSAR, com colheitas realizadas na torneira do consumidor;
  • Obrigatórias, exigidas pelo Decreto-Lei nº236/98, de 1 de agosto, para as águas brutas destinadas à produção de água para consumo humano, com colheitas realizadas nas captações subterrâneas;
  • Facultativas de controlo operacional, nos sistemas de produção e abastecimento, com colheitas realizadas em estações elevatórias, adutoras, reservatórios e pontos estratégicos da rede de abastecimento, nos parâmetros definidos no Decreto-Lei n.º 236/98;
  • De piscinas coletivas do concelho de Almada;
  • De controlo, na sequência de incumprimentos verificados e de reclamações relativas à qualidade da água para consumo humano distribuída.

De relevância acrescida para a garantia da qualidade da água e fiabilidade do serviço prestado, são também os investimentos realizados na manutenção e reabilitação do sistema de produção e de armazenamento de água, assim como na rede pública e órgãos de distribuição, nos equipamentos e materiais para contacto com a água, que asseguram que não perde qualidade no seu percurso até aos utentes.

Os SMAS contam ainda com o sistema de Telegestão do sistema de abastecimento, através do qual são controladas em tempo real todas as variáveis relativas à exploração do sistema bem como a monitorização de alguns dos parâmetros da qualidade da água mais relevantes. Este sistema de Telegestão contribui também para colocar em prática o Plano de Segurança da Água, em alta e em baixa, que foi elaborado pelos SMAS tendo como referência o modelo da Organização Mundial de Saúde.

A ERSAR disponibiliza na sua página de internet um texto ERSAR com a interpretação e consolidação dos dois diplomas legais, o Decreto-Lei n.º 306/2007 e o Decreto-Lei n.º 152/2017.

Descrição dos grupos de parâmetros, em função do Decreto-Lei n.º 306/2007, alterado pelo Decreto-Lei nº 152/2017, de 7 de dezembro.

CR1 - são os de maior frequência, dizem respeito à microbiologia básica e desinfetante residual. CR2 - São de frequência intermédia, agrupam os parâmetros com maior probabilidade de sofrer alterações significativas num espaço de tempo reduzido. CI - São os de menor frequência, incluem todos os restantes parâmetros de ensaio definidos na legislação e que, em circunstâncias normais, só se alteram em períodos longos de tempo.
Controlo de rotina 1 (CR1) Controlo de rotina 2 (CR2) Controlo de inspeção (CI)
  • Eschericia coli (E. coli)
  • Bacterias coliformes
  • Desinfectante residual
  • Cheiro
  • Sabor
  • pH
  • Condutividade
  • Cor
  • Turvação
  • Enterocos
  • Número de colónias a 22ºC
  • Número de colónias a 36ºC

Os parametros estabelecidos segundo o critério A fixado nº 2 do presente anexo

Outros parametros considerados relevantes, em conformidade com a avaliação do risco prevista no artigo 14º -A, estabelecidos segundo o Critério B fixado no nº 2 do presente anexo

  • Dureza total
  • Ferro
  • Fluoretos
  • HAP
  • Magnésio
  • Manganês
  • Nitratos
  • Nitritos
  • Mercúrio
  • Níquel
  • Oxidabilidade
  • Pesticidas (individuais e total)
  • Selénio
  • Sódio
  • Sulfatos
  • Tetracloroeteno e Tricloroeteno
  • Trihalometanos
  • Dose indicativa ( α- total, β– total, radionuclídeos)
  • Chumbo

Os SMAS de Almada foram pioneiros na implementação em Portugal de um Plano de Segurança da Água (PSA) no sistema de abastecimento "em alta" (captação, desinfeção, elevação e armazenamento de água) e "em baixa" (distribuição, ramais de ligação), tendo como referência o modelo da Organização Mundial de Saúde.

O PSA tem como objetivo garantir e salvaguardar a qualidade da água destinada a consumo humano, em todo o sistema de abastecimento, desde a envolvente das captações, transporte (adução), tratamento e armazenamento, até à distribuição, bem como a preservação do Aquífero Tejo-Sado. Representa uma nova abordagem e mudança de paradigma ao promover uma lógica global de controlo da qualidade sistemático, com a adoção de procedimentos de segurança e proteção da água em todos os pontos críticos do seu percurso, em detrimento do tradicional princípio de controlo apenas em fim de linha (torneira do consumidor).

O Plano inclui a avaliação do sistema; a monitorização operacional; planos de gestão,  validação e verificação, identificação e avaliação de riscos, pontos críticos de controlo, ações corretivas, instruções de funcionamento do Plano em situação de rotina ou face à eventual ocorrência de situações excecionais. Os Serviços têm ainda implementadas medidas de segurança, vigilância e proteção dos recintos, tendo mesmo instaladas soluções tecnologicamente inovadoras na deteção de intrusão em tempo real.

O Plano de Segurança da Água dos SMAS Almada, teve início em 2008, no âmbito de um convite formulado aos SMAS pela ERSAR e constitui um importante instrumento de gestão, com contributos fundamentais ao nível da preservação e integridade do sistema de abastecimento e consequente garantia, em permanência, da qualidade.


Os SMAS de Almada estão, desde 1988, equipados com um laboratório para a análise da água para consumo humano.

Inicialmente, o Laboratório de Água dedicou-se quase em exclusivo a preparar o material de colheita e a entregar as amostras em laboratórios contratados, mas veio a adquirir competências próprias na realização de vários ensaios, com a contratação de técnicos qualificados e aquisição de equipamentos específicos.

Ao longo do tempo desenvolveu competências para análise de água bruta destinada à produção de água para consumo humano e águas de piscinas.

Atualmente, o laboratório dispõe de uma equipa de profissionais que asseguram a colheita, acondicionamento, transporte e preservação de amostras de água, assim como a análise dos parâmetros de controlos de rotina 1 e 2 e controlo de inspeção, de acordo com os Decretos-Lei nº306/2007, de 27 de agosto, alterado pelo Decreto-Lei nº 152/2017, de 7 de dezembro e Decreto-Lei nº 236/98, de 1 de agosto.

O Laboratório de Água tem capacidade para  realizar análises a águas para consumo humano, nos seguintes parâmetros:

Controlo de rotina 1

  • Escherichia coli (E. coli)
  • Bactérias coliformes
  • Desinfectante residual

Controlo de rotina 2

  • Cheiro
  • Sabor
  • pH
  • Condutividade
  • Cor
  • Turvação
  • Enterococos
  • Número de colónias a 22ºC
  • Número de colónias a 36ºC

Controlo de inspecção

  • Clostridium perfringens
  • Cálcio
  • Dureza total
  • Enterococos
  • Magnésio
  • Cloretos
  • Manganês
  • Ferro
  • Nitratos
  • Nitritos
  • Oxidabilidade


Nas águas de piscinas o Laboratório está habilitado a analisar os seguintes parâmetros:

  • Número de colónias a 37ºC 
  • Bactérias coliformes
  • Escherichia coli (E. coli)
  • Enterococos
  • Pseudomonas aeruginosa
  • Nº total de estafilococos

Efetua anualmente determinações no âmbito do controlo da qualidade da água (rotina obrigatória e de controlo operacional) e subcontrata determinações a laboratórios acreditados, sendo a recolha e entrega das amostras da responsabilidade dos técnicos certificados do Laboratório.

O laboratório implementou o Sistema de Garantia de Qualidade e participa em ensaios interlaboratoriais (nacionais e europeus) nas áreas de química e microbiologia de águas de consumo e prepara o processo de candidatura à acreditação da Qualidade pela Norma NP EN ISO 17025:2018 (que estabelece os requisitos gerais de competência para laboratórios de ensaio e calibração).

Implementou também um sistema de gestão da qualidade de acordo com os requisitos da norma NP EN ISO 9001:2008.

Para a realização de ensaios em água, dispõe dos seguintes equipamentos:

Na microbiologia

  • Aparelho de osmose inversa (purificação da água)
  • Câmara de fluxo laminar
  • Rampas de filtração
  • Estufas incubadoras
  • Autoclaves (limpos e sujos)
  • Estufas de esterilização
  • Balança analítica
  • Frigorifico
  • Congelador

Na química

  • Aparelho de osmose inversa (purificação da água)
  • Hotte
  • Turbidímetro
  • Espectrofotómetro de absorção molecular UV/Visible
  • Potenciómetro de pH
  • Condutivímetro
  • Oxímetro
  • Analisador de iões
  • Balança analítica
  • Rampas de filtração
  • Placas térmicas e de agitação
  • Buretas e pipetas digitais
  • Frigorifico
  • Estufa de secagem


Dispõe também do software LabWay LIMS (Laboratory Informations Management System), que permite a gestão da atividade e o tratamento de dados laboratoriais.

Porque é que por vezes a água da torneira está branca?

A cor branca deve-se à existência de ar dissolvido na água, com a formação de pequenas bolhas, aliás, são microbolhas. É originada, principalmente, por oscilações de pressão nas tubagens ou reservatórios que tornam a água, momentaneamente, esbranquiçada.

Esta aparência é pontual e passageira, e não afeta a qualidade da água. Se se deixar a água repousar por uns instantes num copo ou jarro transparente, facilmente se verá como a água volta a ficar límpida.

Porque é que por vezes a água cheira a cloro?

O cloro é um desinfetante utilizado no tratamento da água para garantir a qualidade microbiológica da mesma ao longo de todo o seu percurso, desde a captação até às torneiras dos Clientes.
O cloro é adicionado à água em doses baixas mas suficientes para garantir os valores do cloro residual, adequados à manutenção da qualidade microbiológica da mesma.
Ocasionalmente, o cheiro e o sabor do cloro podem ser sentidos, aconselhando-se nestes casos a deixar repousar a água por alguns minutos até que desapareça o cheiro e o sabor.
A legislação nacional atual, Decreto-Lei nº 306/2007, de 27 de agosto, alterado pelo Decreto-lei nº 152/2017, de 7 de dezembro, recomenda para o cloro residual livre o valor de 0,2 a 0,6 mg/L.

Porque é que por vezes se ouvem ruídos na canalização e a água sai aos “jorros”?

Após falta de água ou ausência prolongada do local podem ocorrer ruídos na canalização e ao abrir a torneira a água pode sair aos “jorros”, sendo provocados pela existência de ar nas canalizações. Nestas situações aconselha-se a deixar correr a água durante alguns minutos.

Qual é a legislação que regula a qualidade da água para consumo humano?

A legislação nacional no que respeita à qualidade da água destinada ao consumo humano é o Decreto-Lei nº 306/2007, de 27 de agosto, alterado pelo Decreto-lei nº 152/2017, de 7 de dezembro.

O que é o Grau de Dureza da Água?

Frequentemente ouvimos dizer que a água distribuída no concelho de Almada é predominantemente "Dura", mas o que significa e no que se traduz a dureza da água?

A dureza da água reflete a presença de sais insolúveis, nomeadamente: de cálcio e magnésio, em concentrações nutricionais benéficas para o homem (estrutura óssea e muscular) ou ainda de bário; ferro; manganês; estrôncio e zinco, geralmente na forma complexa.

Em geral a água de origem subterrânea (furos), como a que é distribuída no nosso Concelho, é mais dura que a água de superfície. Tal facto deve-se ao contacto com as formações geológicas que atravessa no subsolo, que por outro lado a torna numa água equilibrada e naturalmente purificada por essas camadas. A dureza varia ainda com as características geomorfológicas.

O grau de dureza da água para consumo humano é importante para a aceitabilidade estética pelos consumidores. A água dura não dissolve bem o sabão ou detergente e causa mais facilmente depósitos de calcário nas canalizações, máquinas de lavar roupa e louça, na própria louça, ferros a vapor e por vezes nas torneiras e chuveiros.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma água é designada por água muito dura quando apresenta uma concentração em carbonato de cálcio (CaCO3) superior a 180mg/L; dura com concentração entre 120 e 180 mg/L, moderadamente dura entre 60-120 mg/L e macia quando os teores em carbonato de cálcio são 60 mg/L. A OMS não propõe um valor guia para a dureza na água para consumo humano.

O Decreto-Lei nº306/2007, de 27 de agosto, alterado pelo Decreto-Lei nº152/2017, de 7 de dezembro, que estabelece o regime da qualidade da água destinada ao consumo humano, não estabelece um valor paramétrico para a dureza total.

É recomendável que a dureza total em carbonato de cálcio esteja compreendida entre 150 e 500 mg/L CaCO3.

A dureza pode ser expressa em mg/L de CaCO3, em graus franceses, em graus alemães, entre outros.

Saiba qual a sua zona de abastecimento e conheça o respetivo grau de dureza da água.

Grau de Dureza da Água por Zona de Abastecimento
mg/L CaCO3 oDH oF aClark mmol/L Qualitativo
Min Max Médio Min Max Médio Min Max Médio Min Max Médio Min Max Médio
ZA 1 110 200 160 6,16 11,20 8,96 11,00 20,00 16,00 7,70 14,00 11,20 1,1 2 1,6 Dura
ZA 2 100 240 181,43 5,60 13,44 10,16 10,00 24,00 18,14 7,00 16,80 12,70 1 2,4 1,81 Muito Dura
ZA 3 140 170 158,33 7,84 9,52 8,87 14,00 17,00 15,83 9,80 11,90 11,08 1,4 1,7 1,58 Dura
ZA 4 76 190 116,17 4,26 10,64 6,51 7,60 19,00 11,62 5,32 13,30 8,13 0,76 1,9 1,16 Moderada
ZA 5 79 160 105,54 4,42 8,96 5,91 7,90 16,00 10,55 5,53 11,20 7,39 0,79 1,6 1,06 Moderada

O que é o pH da água?

O valor do pH (potencial hidrogeniónico) traduz a acidez ou a alcalinidade da água. A escala do pH compreende valores entre 0 e 14, sendo que um pH igual a 7,0 indica uma solução neutra.
O pH da água distribuída pelos SMAS de Almada cumpre os valores estipulados pela legislação em vigor (≥6,5 e ≤9 unidades de pH).

Que fatores podem influenciar as características da água?

A idade e o estado de conservação das canalizações e hidropressores instalados na rede predial (caso existam) podem alterar as características da água, nomeadamente, o sabor, o cheiro e a cor. A temperatura da água também pode influenciar o seu sabor. Quando a água está fresca é mais agradável ao paladar.

 

Onde consultar os resultados das análises sobre a qualidade da água?

Os resultados das análises da água realizadas na torneira do consumidor (PCQA) estão disponíveis em https://www.smasalmada.pt/web/guest/qualidade-da-agua

 

Porque é que a água por vezes apresenta uma cor amarela ou acastanhada?

Esta cor está associada à presença de ferro na água, situação que pode ser atribuída à sua existência nas origens da água, bem como a fenómenos de corrosão de condutas de aço ou de ferro fundido instaladas no sistema de distribuição e nas redes prediais.
As concentrações de ferro na água distribuída pelos SMAS de Almada cumprem os valores paramétricos exigidos na legislação em vigor (0,2 mg/L), não representando risco para a saúde pública.

Atualizado em: 03-06-2024