Avisos

  • 24-03-2017

    Dia 29 de março (quarta-feira), das 9h às 11h

  • 24-03-2017

    Dia 28 de março (terça-feira), das 9h às 12h

  • 16-03-2017

    O início dos trabalhos está previsto para dia 20 de Março (segunda-feira) e a intervenção tem a duração de 120 dias.

  • 19-01-2017

    Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada informam que o planeamento para a execução da obra de renovação das redes de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais na Av. Rainha D. Leonor e na rua Luís de Queirós, teve que sofrer alterações, por motivos técnicos e que determinaram um atraso no início dos trabalhos. Neste âmbito, no sentido de manter esclarecidos todos os munícipes locais e que possam ser afetados de alguma maneira, informamos que a obra, já se encontra a decorrer.

  • 20-03-2015

    Os SMAS de Almada informam, que alguns indivíduos, fazendo-se passar por técnicos de análises, têm contactado as pessoas numa tentativa de efetuar análises à qualidade da água nas casas dos consumidores, pondo em causa a qualidade da água distribuída no Concelho.

  • 20-02-2015

    No ano de 2002, todas as cauções foram devolvidas aos clientes.

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História

A história organizacional dos SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE ALMADA teve início na década de cinquenta do século XX e está ligada à necessidade de abastecimento de água e de recolha e drenagem de águas residuais no Concelho. Convidamo-lo a percorrer essa história nos itens abaixo.

 

A Água das Nascentes Naturais

Durante vários séculos, foram as águas das nascentes naturais, dos poços, das minas, das cisternas e das fontes públicas e privadas que forneceram a vila de Almada e arredores.

Das fontes públicas mais antigas registamos, como exemplo, o chafariz monumental da Fonte da Pipa, construído em 1736, no reinado de D. João V, à custa do tributo do povo almadense.

O Rei impôs que nos açougues da vila, o povo contribuísse com três réis em cada arrátel de carne para o pagamento da obra. Os melhoramentos proporcionaram melhores condições às aguadas e ao acesso dos moradores da vila de Almada.

No século XIX foram construídos ou beneficiados vários chafarizes do concelho, entre os quais o fontanário da "Fonte Santa" construído no ano de 1810 no local onde já existia uma nascente natural de água de grande caudal e o chafariz de Cacilhas, inaugurado a 1 de Novembro de 1874, que constituiu outro notável melhoramento.

Da Fonte da Pipa, do Chafariz de Cacilhas, do Poço da Romeira, da Fonte Santa e de outros chafarizes ou nascentes, os aguadeiros, certificados pela administração do concelho, transportavam barris com água potável que vendiam às famílias com maiores recursos económicos. Os aguadeiros eram obrigados a ter os barris cheios de água e a acudir a qualquer incêndio, logo que fossem chamados ou houvesse rebate para o efeito.

O abastecimento de água na vila e nos seus arrabaldes, nos princípios do século XX, constituía um dos mais aflitivos problemas locais. A água vendia-se a preço elevado. Até meados da primeira metade do século XX, os aguadeiros continuaram a vender água nos domicílios de Almada.

 

O Abastecimento de Água

No ano de 1922, é inaugurado o Chafariz do Largo do Catita (hoje Largo José Alaiz), alimentado por água canalizada que vinha da Fonte da Pipa. Inicia-se, assim, o abastecimento de água canalizada até à vila de Almada.

Os aguadeiros continuavam a ser as "entidades" que transportavam a água potável e a vendiam a 40$00 (0,20 Euros) e 50$00 (0,25 Euros) o m3 a quem a queria e podia comprar. A população, na sua maioria, fazia fila junto dos chafarizes e alguns marcos fontanários para, gratuitamente, encher as vasilhas de água para o uso doméstico.

Nos anos 30 a insuficiência de água levou a Câmara a procurar locais com nascentes de maior caudal e a decidir comprar a água a uma empresa particular, que, por sua vez, a adquiria a 4$00 (0,02 Euros) o m3 à intendência das obras do futuro Arsenal do Alfeite.

Em 1940, a descoberta da existência de um abundante lençol de água de boa qualidade na Quinta da Bomba, dá origem à elaboração de um projeto de abastecimento. São construídas duas condutas elevatórias, uma que elevava a água da Quinta da Bomba para o depósito do Laranjeiro, com capacidade de 600 m3, e também para o Pragal.

O concelho de Almada foi um dos primeiros do País a dispor, em 1949, de um projeto de abastecimento de água extensível a todo o concelho e que envolveu obras no valor de 10.300 contos  (51.377 Euros).

 

Década de 50 - Municipalização dos Serviços de Água

A 30 de junho de 1950 era publicada a Portaria (D.G., II Série n.º 150) que aprovava a deliberação tomada pela Câmara Municipal em 22 de março de 1950, de municipalizar os serviços de captação, condução e distribuição de água.

No mesmo ano, a 12 de julho, em reunião ordinária da Câmara deliberava-se que os serviços municipalizados entrariam em funcionamento a 2 de janeiro de 1951.

Em 1951, o número de trabalhadores dos Serviços Municipalizados era de 31 e foi possível, nesse ano, elevar 853.718 m3 de água. Dessa água, apenas 54,4% foi contada e vendida ao preço de 3$50 (0,02 Euros) o m3. No final do ano, o número de consumidores era de 5615, dos quais 500 tinham as suas casas diretamente ligadas à rede, por não existir dinheiro suficiente para comprar contadores.

Nos primeiros anos da década de 50, os SMA enfrentam diversas dificuldades, como é referido no Relatório e Contas de 1953 "(...) não obstante o consumo particular já estar totalmente controlado por contadores verificou-se novamente a falta de água nos pontos altos da vila de Almada, o que teve uma desagradável repercussão no ânimo da população".

Os SMA encontram, em 1957, o caminho para solucionar o gravíssimo problema do fornecimento de água ao concelho, através da concretização de um projeto de abastecimento de água que inclui, entre outros: a montagem da conduta elevatória de Corroios - Monte de Caparica; a construção da Central de Corroios; o depósito do Monte de Caparica; a Central da Sobreda e a construção de condutas da rede de distribuição.

 

Final década de 50 - Municipalização do Serviço de Águas Residuais

Em 1957, a recolha e drenagem de águas residuais domésticas e pluviais é municipalizada. A partir desta data os Serviços passam a designar-se Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS). No entanto,  apenas no ano seguinte os Serviços realizam obras de reparação e construção de coletores.

A municipalização do serviço de recolha e drenagem de águas residuais irá trazer a esta organização acrescidas dificuldades financeiras, como descrito no Relatório de Contas de 1958: "para evitar as dificuldades financeiras que surgiram nos pagamentos de obras de saneamento em curso, julgo que não se devem iniciar obras de grande vulto, embora necessárias, sem que esteja assegurado o seu financiamento, ou mesmo empréstimo, ou pela concessão efetiva de substanciais comparticipações do Estado".

 

Década de 60 - Crescimento Populacional e Novas Infraestruturas de Água e Saneamento

A fixação, na zona ribeirinha do Tejo, de atividades industriais, designadamente os estaleiros da Lisnave, na Margueira, a construção da ponte sobre o rio Tejo (hoje Ponte 25 de Abril), o notável crescimento populacional e urbanístico, o crescente afluxo de pessoas às praias do concelho são aspetos que vão contribuir para que estes Serviços, até meados dos anos 60, realizem projetos e obras de abastecimento, prospeção, captações, centrais e reservatórios de água indispensáveis para a satisfação das necessidades criadas.

O Relatório de Contas de 1960, reflete esse ambiente vivido: " efetivamente a vida dos Serviços foi este ano de excecional labor quer no aspeto funcional quer no das realizações e empreendimentos (...) contribuíram para tal fato dois fatores importantes: o grande desenvolvimento da construção urbana, e o afluxo sempre crescente de novas gentes ao concelho de Almada, qual terra prometida (...)".

Ainda na década dos anos 60 surgem novas infraestruturas. Além da Quinta da Bomba, em Corroios, passam a integrar o sistema de abastecimento: a estação elevatória situada em Vale de Milhaços, o reservatório elevado do Cristo Rei, a primeira célula dos reservatórios do Lazarim e do Monte de Caparica.

Somente em 1968 é reajustado o preço de venda ao público do m3 de água, que passou a ser de 4$50 (0,02 Euros), medida que permitiu aos SMAS a realização de obras quer no abastecimento de água, por exemplo a construção de novo reservatório no Feijó, quer no serviço de águas residuais, como sejam a construção de esgotos no Laranjeiro de Fora e a Estação elevatória de águas residuais na Costa da Caparica.

No Relatório e Contas de 1970, é visível a preocupação dos gestores dos SMAS, perante as dificuldades que se avizinham, ao referirem que "com o aumento dos consumos de água que se vêm verificando de ano para ano e o decréscimo das reservas hídricas (...), o problema do abastecimento de água (...) ao concelho, carece de minucioso estudo e permanente atenção".

 

Década de 70 - Os Serviços Municipalizados e o Poder Local Democrático

A revolução de 25 de abril de 1974 permitiu a consagração institucional do poder local democrático. No entanto, até às primeiras eleições para as autarquias locais, realizadas em dezembro de 1976, a gestão municipal foi assegurada por uma Comissão Administrativa.

Esta Comissão Administrativa em colaboração com diversas organizações de caráter popular (comissões de moradores, organizações sindicais, coletividades), vão desencadear ações para resolver problemas herdados da anterior administração. É num ambiente de grande entusiasmo e voluntarismo que o povo de Almada se disponibiliza e participa na realização de obras na área do abastecimento de água e do saneamento, indispensáveis para resolver algumas das graves carências que afetavam diversos núcleos populacionais.

Os SMAS encontravam-se a braços no que respeita ao abastecimento de água com alguns problemas: insuficiência das disponibilidades e da capacidade dos reservatórios; elevada complexidade do sistema adutor; envelhecimento da rede de distribuição, que originavam frequentes avarias, roturas e faltas de pressão.

Quanto à drenagem de águas residuais, cuja taxa de cobertura da rede era de 65%, verificava-se: défice crónico da exploração do saneamento, atraso generalizado das obras previstas no Plano Geral de Saneamento de 1952 e consecutivos impasses na localização das soluções de lançamento final dos esgotos domésticos.

Tendo em vista assegurar o futuro do sistema de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais no Concelho e resolver os problemas que, até aí, privavam grande parte da população do direito básico de dispor de água e saneamento, iniciou-se uma política de planificação consistente das tarefas a desenvolver.

Como é referido no Relatório Balanço e Contas do Exercício de 1978 dos SMAS "(...) a CMA havia feito a opção de dotar este concelho de infraestruturas de saneamento básico (...) essa opção foi e é resultado de um conhecimento profundo das carências existentes e ainda de um trabalho cuidado desenvolvido no período logo após o 25 de Abril (...), cujos resultados são hoje bem visíveis, no volumoso conjunto de obras que se verificam (...)".

 

Década de 80 - A Viragem na Dinâmica dos SMAS - Reestruturação Organizacional

Os anos oitenta assinalaram um ponto de viragem na dinâmica dos SMAS. A reestruturação organizacional, no sentido de autonomização de algumas áreas de apoio (recursos humanos, informática e estudos e projetos de obras) e significativos investimentos em áreas distintas como sejam:

  • a renovação, construção e ampliação das redes de água e de águas residuais;
  • instalações, equipamentos, máquinas e novas tecnologias de informação que permitiram cimentar a situação financeira e patrimonial.
 

Década de 90 - Concretização de Grandes Infraestruturas com Preocupações Ambientais

A década de noventa caracterizou-se pela concretização de grandes infraestruturas de abastecimento de água e de águas residuais tendo como principal preocupação a proteção e qualidade do ambiente.

Em junho de 1991 realiza-se a cerimónia do lançamento da primeira pedra da ETAR da Quinta da Bomba, que entraria em funcionamento em 1994 e resultou de um projeto pioneiro e integrado de drenagem e tratamento de águas residuais dos municípios de Almada e do Seixal. Em 1996 tem início a exploração SMAS da ETAR do Valdeão, construída para garantir o tratamento dos efluentes do Hospital Garcia da Orta e Bairro Matadouro.

Em 1995 os SMAS empreendem a obra relativa ao fecho da Vala da Costa da Caparica e a construção da Estação Elevatória de águas residuais Aroeira n.º 1.

São desta década o Reservatório e Central Elevatória do Cassapo e a conclusão da conduta adutora Vale de Milhaços – Cassapo, com cerca de 50 km de extensão. Também o Reservatório Elevado do Laranjeiro, a nova Sede Administrativa dos SMAS no Pragal e a primeira fase do sistema de cartografia digital para o futuro sistema de informação geográfica do Concelho.

 

Século XXI – Gestão Integral do Ciclo Urbano da Água em Almada

O início do século XXI assinala, em simultâneo, os 50 anos de existência dos SMAS de Almada. São incrementadas as ações ligadas à modernização administrativa, acolhimento e atendimento de utentes, simplificação de procedimentos, novos sistemas e tecnologias de informação.

Implementam o seu sítio na Internet e a oficina e laboratório de contadores dos SMAS inicia o funcionamento em 2001, tendo sido reconhecido pelo IPQ em 2005 como instalador e reparador qualificado. Prosseguem a implementação de medidas fundamentais à proteção do ambiente e seus ecossistemas, como a realização das obras de saneamento na comunidade de Pera - Trafaria em 2001.

O ano de 2004 é considerado "histórico para Almada", devido à entrada em funcionamento da ETAR do Portinho da Costa, que conjuntamente com a recém construída ETAR da Mutela (2003); e as já em laboração ETAR do Valdeão (1996) e da Quinta da Bomba (1994), reúnem uma capacidade instalada para tratar 100% das águas residuais produzidas no Concelho. É assim "concretizado o notável objetivo de proteção sanitária da população e preservação do ambiente na zona ribeirinha do Tejo e Costa Atlântica" e alcançados 100% de capacidade de abastecimento de água e 100% de capacidade de tratamento de águas residuais. Os SMAS completam o Ciclo Urbano da Água em Almada.

Na primeira década do século é implementado o processo de Telegestão no Sistema de Abastecimento de água do Concelho. Os Serviços Municipalizados estabelecem com a Marinha Portuguesa um protocolo de cooperação para a construção de 6 novas captações de água na zona da Ponta dos Corvos e conjuntamente com oito municípios da Península de Setúbal fundam a Associação Intermunicipal de Água da Região de Setúbal.

É aumentada a reserva de água em mais de 8000 m3, através da construção de um novo reservatório apoiado na estação elevatória do Feijó, totalizando assim uma capacidade diária de armazenamento de 85.350 m3. Na sequência das obras de implementação do metro Sul do Tejo são concretizadas extensas intervenções de renovação da rede de infraestruturas de água e de saneamento existente no subsolo.

 

Grandes Obras - Abastecimento de Água

  • Reservatório e Central Elevatória do Cassapo;
  • Renovação da rede de distribuição de água;
  • Conduta adutora Vale Milhaços - Cassapo (50,2 km);
  • Central elevatória e reservatório elevado do Laranjeiro;
  • Central elevatória de Vale Milhaços;
  • Construção de mais de 12 furos de captação.
 

Grandes Obras - Águas Residuais

  • Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), na Quinta da Bomba, com uma capacidade de tratamento de 198.290 e.p. (equivalente populacional), servindo as populações das freguesias do Laranjeiro, Feijó, Sobreda e Charneca de Caparica, Corroios e Amora;
  • ETAR da Mutela, com uma capacidade de tratamento de 147.900 ep., das freguesias de Almada, Cacilhas, Cova da Piedade, Pragal e parte do Laranjeiro e Feijó;
  • ETAR do Portinho da Costa que serve uma população de 90.000 hab/ep., no início, e atingindo no horizonte do projeto, 140.000 hab/ep., das freguesias da Costa da Caparica, Trafaria, e parte da Charneca de Caparica, Sobreda e Caparica;
  • ETAR do Valdeão que serve uma população de 6.000 hab/ep., e garante o tratamento dos efluentes do Hospital Garcia de Orta e de parte do aglomerado populacional do Bairro do Matadouro na freguesia do Pragal;
  • Construção e renovação da rede de drenagem de águas residuais.

A exploração das quatro ETAR assume uma importância vital na proteção sanitária da população e na preservação do ambiente na zona ribeirinha do Tejo e Costa Atlântica.

 

Evolução na Qualidade do Serviço Prestado

  • A atempada prática de um horário contínuo de funcionamento e atendimento ao público que abrange a hora do almoço;
  • A instalação, desde 1990, do sistema de marcação de vez no atendimento ao público;
  • A emissão e divulgação de brochuras de divulgação de atividades dos Serviços, como sejam do serviço de abastecimento de água e de águas residuais;
  • A elaboração e divulgação do Guia do Utente cuja 1ª edição ocorreu em 1993 e a 2ª edição em 1995;
  • A disponibilidade de linhas telefónicas que facilitam o contacto dos utentes com os SMAS;
  • A implementação e renovação de novos sistemas de informação, indo de encontro a novos desafios que se colocam;
  • A divulgação em 2000, do sítio www.smasalmada.pt, com informação disponível, designadamente sobre o serviço que prestamos, o tarifário, a qualidade da água, as obras e projetos em curso, o tratamento das águas residuais e, também serviços online, para apresentação de sugestões, reclamações ou solicitação de serviços;
  • A Oficina e Laboratório de Contadores dos SMAS inicia o funcionamento em 2001, tendo sido reconhecido pelo IPQ em 2005 como instalador e reparador qualificado;
  • A disponibilização em 2004, no sítio www.smasalmada.pt, de um novo canal de atendimento: o balcão digital;
  • A divulgação, em março de 2007, do novo sítio www.smasalmada.pt, com novo design gráfico e mais informação disponível;
  • O lançamento, em fevereiro de 2009, da fatura eletrónica dos SMAS;
  • A disponibilização, em junho de 2009, do acesso à plataforma eletrónica para a contratação pública;
  • A abertura ao público da Loja do Munícipe, em outubro de 2009, com balcões de atendimento multiserviços CMA e SMAS;
  • A comemoração, em 2011, do 60.º Aniversário de atividade dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada; início do projeto ambiental ‘beba água da torneira'; e inaugurada as novas instalações nas Oficinas Gerais;
  • Em 2012 apresentam um novo regulamento do Abastecimento de Água e do Saneamento de Águas Residuais;
  • No ano seguinte, em 2013, os SMAS implementam um novo sistema de clientes SAP-ISU; substituem o anterior Balcão Digital pelo SMASOnline com novas funcionalidades e reforço de ligação aos utentes; os SMAS de Almada foram a primeira entidade gestora nacional a receber o prémio ERSAR "Qualidade Exemplar de Água para Consumo Humano"; recebeu também o selo "Qualidade Exemplar de Água para Consumo Humano" atribuídos também pela primeira vez a 61 entidades gestoras de serviços de abastecimento público de água;
  • Em novembro de 2014 ganham, pelo segundo ano consecutivo, o selo ERSAR "Qualidade Exemplar de Água para Consumo Humano" e inauguram uma nova linha telefónica de apoio ao cliente 212726001;
  • Em 2015, os SMAS lançam um novo sítio na Internet: nova imagem, nova organização dos menus, mais simples e funcional, com facilidades de acesso e navegação a partir de qualquer dispositivo móvel;
  • Voltam a inovar no serviço aos utilizadores/clientes com o lançamento, em julho de 2015, de uma nova aplicação móvel "APP SMAS Comunicação de Leituras", a primeira do país que permite enviar a leitura do contador de água, de forma rápida e gratuita, a partir do telemóvel ou tablet;
  • Os SMAS de Almada obtiveram o 1.º lugar entre os Serviços Municipalizados, pelo segundo ano consecutivo, e ascenderam ao 2.º lugar entre as entidades do setor das Águas, de acordo com os resultados do ECSI 2014/2015, divulgados em 20 de outubro de 2015;
  • Os SMAS de Almada foram premiados com o "Tubo de Ouro" para a "Melhor Informação Institucional e Empresarial" e conquistaram o 1º lugar no Pipe Contest Portugal 2015 - Campeonato Nacional de Montagem de Ramais em Carga, distinções atribuídas no Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e de Saneamento (ENEG), que decorreu em dezembro na cidade do Porto;
  • Em 2016, no âmbito das comemorações dos 65 anos de intervenção, os SMAS de Almada inauguraram, em 24 de fevereiro, a exposição "A água e o saneamento em Almada";
  • Os SMAS de Almada inauguraram dia 4 de abril, novas infraestruturas de águas residuais do Município: "Estação Elevatória de Águas Residuais do Raposo; "Estação Elevatória de Águas Residuais e Emissário do Torrão"; "Estações Elevatórias de Águas Residuais e Emissário da Foz do Rego", integradas no Programa Operacional Temático de Valorização do Território – POVT (POSEUR em 2016), com um investimento total de 2,82 milhões de euros e comparticipação Comunitária de 1,94 milhões de euros.

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